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Como empresas alavancaram seus negócios com “Luiza no Canadá”

01.23.12 Posted in Mídias Sociais by Jens_Schriver

Nos negócios a reação deve ser rápida, como a maioria das pessoas sabe. Com Social Media, então, a velocidade deve ser ainda maior! A não ser que você tenha ficado offline na semana passada, você provavelmente escutou sobre a Luiza que está no Canadá…

É um meme completamente bobo e imprevisível que começou com a seguinte propaganda:

O vídeo já foi visto mais de 5 milhões de vezes e, até o momento, “luiza canadá” está gerando entre 5 e 10 tweets por minuto.

… e já existem mais de 3000 vídeos no YouTube relacionados ao tema.

Resumindo: “Luiza no Canadá” se tornou viral!

Duas companhias que conhecemos reagiram muito rapidamente ao assunto e já estão ganhando em cima dele. Sim, o meme irá morrer logo mais, mas no momento ambos estão provavelmente ganhando dinheiro e atenção… Vamos mostrar agora como eles estão fazendo isso.

Chico Rei

Chico Rei, uma fantástica loja online de Minas Gerais, produziu uma camiseta relacionada ao meme. Não vimos, no entanto, propaganda deles em lugar algum (mas de qualquer forma eles têm uma parceria com o super visitado blog Kibe Loco). O produto certamente atingirá o público jovem que está se divertindo horrores com o meme. Dá só uma olhada:

VIVO

A segunda companhia que está lucrando em cima da história é a VIVO. Eles agiram tão rapidamente que conseguiram que o pai de Luiza topasse ajudar a vender Internet 3G. Dá para conferir o vídeo no YouTube.

A VIVO está de fato agarrando a oportunidade que está bem na frente deles. Quem é que sabe sobre esse meme? Quem está online, particulamente jovens que estão conectados todo o tempo. Mas a VIVO foi ainda mais longe que a produção desse vídeo, sabia? Eles também apostaram nas propagandas online, como podemos ver nesse ad do Facebook:

Outras empresas

Temos certeza que muitas outras companhias irão fazer referências ao meme da Luiza. Outro bom exemplo vem da agência carioca MKT Public:

BrandsClub também agarrou a oportunidade:

O que tiramos disso?

Dependendo do que o seu negócio faz, talvez ainda dê tempo de ganhar um pouco de atenção ou mesmo vendas com o meme da Luiza no Canadá. Mas claro, talvez isso não aconteça. O que importa é a reação rápida aos memes que ainda vão chegar… Sim, acredite, o próximo já já chega.

Se você sabe de qualquer outra companhia vendendo produtos relacionados ao meme, por favor nos deixe aqui nos comentários!


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Se você quer um grande favor, comece pedindo um menor.

06.03.11 Posted in Persuasion, User research by Jens_Schriver


Há alguns meses estava usando o KISSinsights para conseguir informações sobre alguns visitantes. Eu investigava o que os levou ao site, se eles íam comprar ou apenas pesquisar. O KISSinsights é incrível para esse tipo de coisa.

A pesquisa era bem curta, com apenas uma pergunta. Eu gosto de manter minhas pesquisas no KISSinsights breves quando quero uma grande quantidade de respostas. E esse era o caso.

Mas como eu também queria perguntas que demandavam mais tempo, usei o truque tuitado pelo @geordiecarswell no ano passado. Ele recomenda:

Isso significa que quando as pessoas respondem a pesquisas simples, elas ganham uma pequena página de “Obrigado!”, que diz:

Não pude acreditar quão bem isso funcionou! A taxa de conversão foi lá pra cima! Cerca de 70% clicaram nela e completaram uma pesquisa bem mais complexa. Por quê?

Demorei um pouco para achar tal resposta, mas valeu a pena esperar. Acontece que esse mistério foi resolvido em 1966 em uma pesquisa de Freedman e Fraser. Eles descobriram o que já era conhecido como “Foot-in-the-door technique“. Ela afirma que se alguém te fez um pequeno favor, é muito mais fácil conseguir com que faça um favor maior. Esse princípio explica a alta taxa de sucesso do meu pequeno experimento no KISSinsight

Você também pode usar esse princípio para outras coisas. Por exemplo, você pode pedir o favor aos leitores do seu blog para tuitar o seu último post. Depois, quando você estiver procurando alguém para escrever um depoimento para o seu blog, você provavelmente terá mais sucesso pedindo àqueles que já tuitaram sobre ele – mesmo que eles já tenham feito um favor para você.


Fonte:
Compliance without pressure: the foot-in-the-door technique. by: J. L. Freedman, S. C. Fraser
Journal of personality and social psychology, Vol. 4, No. 2. (August 1966), pp. 195-202.


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Tendências globais para o comércio eletrônico, e o desafio Brasileiro.

10.15.10 Posted in Curso by Maximo

Palestra gratuita.

Data: Dia 20 de Outubro de 2010 às 19h30
Local: Auditório da FNAC no ParkShopping de Brasília.

Sobre a palestra

A intuição e o bom senso não são suficientes para alcançar resultados expressivos na internet. Nessa palestra, descubra o que a ciência de testes multi-variáveis pode fazer por você e sua empresa. Conheça as principais tendências e inovações mundiais em otimização de vendas e marketing online, incluindo o papel das redes sociais nesse processo. Saiba, também, quais são as oportunidades e os desafios do mercado brasileiro na busca de melhores resultados em comércio eletrônico.

Convite palestra FNAC - Tendências globais para o comércio eletrônico e o desafio brasileiro.

Convite da palestra.


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Tenha certeza de que seu teste é 100% confiável.

10.08.10 Posted in Analytics by admin

Acredito que qualquer pessoa que já tenha realizado um teste multivariado, se sentiu inseguro se podia REALMENTE confiar nos resultados obtidos. Será que o teste foi configurado de forma correta? Será que os dados estão sendo propriamente coletados e contatos?

Existe uma tática muito simples para se assegurar de que tudo foi configurado corretamente: adicionar um “Segundo Controle”. Em um teste multivariado normal, temos um “Controle”, que nada mais é do que a versão original da página, e uma “variante”, que é a página modificada com a alteração a ser testada. O truque é adicionar uma segunda variante, exatamente igual ao seu “controle”.

No screen shot abaixo vocês podem ver os resultados de um teste feito através de um Site de Otimização Visual. Aparentemente, a segunda variante, denominada de “Segundo Controle”, está indo muito bem! 91% de chance de que ela vença o original……parece que temos um vencedor!

Bem…na verdade não. O “Segundo Controle” é idêntico ao “controle” então podemos ter certeza de que, no longo prazo, o “Segundo Controle” dará resultados idênticos ao “controle”. Nós também sabemos que esse resultado deve ser de 50%. Se após um tempo os resultados não estiverem próximos de 50%, então você pode ter certeza de que o teste foi configurado errado.

O único custo envolvido para implementar essa tática está no tempo extra necessário para medir as conversões de uma segunda variante (no nosso caso o “Segundo Controle”). Contudo, na maioria esmagadora dos casos esse custo vale a pena, já que não existe nada pior do que tomar decisões baseado em testes mal feitos.


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Obtenha os Dados!

10.08.10 Posted in Analytics by admin

Em 1960, Robert S. McNamara recebeu o posto de Presidente da Ford Motors. Quando chegou a empresa, percebeu que a mesma não possuia um departamento de pesquisa…então…ele resolveu esse problema criando um.

Sua primeira tarefa seria descobrir quem comprava o Fusca, da Volkswagen, um carro considerado ruim e sem expressão. Seis meses depois, os pesquisadores apresentaram suas descobertas para McNamara: O Fusca era comprado por Doutores, professores e Advogados – pessoas que obviamente poderiam comprar um carro melhor. Esse resultado fez com que McNamara começasse a pensar: será que a Ford estava ignorando algum mercado? 1960 era a época do consumo de luxo. Carros grandes, cheios de detalhes e, conseqüentemente, grandes bebedores estavam por todas as partes.

Ninguém acreditava que os americanos estariam atrás de carros baratos. Todos assumiam que os americanos queriam carros grandes e caros – contudo, através da pesquisa de mercado, McNamara descobriu que todos estavam errados.

Alguns meses depois, a Ford começou a conceitualizar o Falcon, um carro mais barato e de design mais discreto. Ele se tornou um sucesso estrondoso.

A mensagem de McNamara é simples: Obtenha os Dados! Entenda seus consumidores, entenda seu mercado, confonte o senso comum

Quais presunções você está fazendo sobre seus clientes? Você sabe quanto eles realmente estão dispostos a pagar por seu produto? Você sabe qual o maior medo dos clientes ao comprar com você? Você entende a motivação por trás da compra? Qual competidor está inovando e conquistando novos mercados? Talvez seja hora de obter esses dados!